Fernanda Montenegro, atualmente com 95 anos, é um dos maiores exemplos de longevidade que temos hoje em dia. Ainda em atuação e considerada uma das maiores atrizes da história, a mãe de Fernanda Torres tem seus segredinhos que incluem alimentação e cuidados com a pele.
Para começar, Fernanda Montenegro não tem nenhuma plástica em seu rosto, o que chega a ser raridade entre as famosas. E, por mais incrível que pareça, a atriz nunca fez as tais dietas restritas que acompanham muita gente durante toda a vida, e apenas se certificou de comer bem.
"Minha vaidade é cuidar da minha saúde sem me privar das coisas que quero comer. Mas já comi mais do que como hoje. A vida inteira jantei muito porque a gente fazia teatro e saía depois de três atos [peças longas] morrendo de fome. Mas a idade te põe à prova", disse Fernanda Montenegro em 2017, durante uma entrevista ao Glamurama.
Fernanda também costuma dar uma atenção extra ao skincare em seu dia a dia: "Tomo de um a dois banhos por dia, vou ao dentista e boto um creminho na pele. Mas não faço plástica", completou a estrela de 'Vitória', que causou comoção em um áudio enviado para Linn da Quebrada.
Mesmo aos 95 anos, Fernanda Montenegro não deixa a idade reduzir sua mobilidade. A atriz revelou no ano passado fazer alguns exercícios físicos para manter seu corpo bem, incluindo a subida de escadas em seu dia a dia.
Porém, para a artista, estar no palco, plena e com saúde, é o seu maior exercício: "Nada é mais solicitante para o físico do que o palco", confessou ela. O avanço da idade ainda a levou a buscar cuidar da saúde mental para que tudo não vire um martírio.
"Você vai perdendo a audição, a visão, o paladar, sua pele vai secando. Mas é uma realidade, que vai piorar se você começar a achar que é uma desgraça. É da natureza e ponto, vamos tocar a vida", destacou em entrevista recente ao Jornal O Globo.
Já no 'Tributo' da TV Globo feito a ela, a atriz deu uma importante lição de vida: "Se você faz um trabalho, se você esteve em determinado momento da sua vida em algum lugar, com determinadas pessoas, nós temos as mesmas memórias. A gente deve jogar fora as que não são boas e cultuar as que são boas. Porque isso alimenta a gente. Não é viver na morbidez da saudade, isso não. É respeitar a saudade, mas não adoecer disso".
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